ILC Livros Digitais
https://ilclivrosdigitais.com/index.php/ilcld
<p>O <a href="https://www.ilcml.com" target="_blank" rel="noopener"><strong>Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa</strong></a> (ILC) é uma unidade de investigação sediada na <a href="https://sigarra.up.pt/flup/pt/web_page.inicial" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Faculdade de Letras da Universidade do Porto</a>, actualmente formada por 23 membros integrados e 88 membros colaboradores.</p> <p>A investigação do ILC incide em áreas científicas como os Estudos Literários, os Estudos Artísticos, a Filosofia e a Sociologia, promovendo a articulação multidisciplinar de campos como a Literatura Comparada, a Poética e a Teoria Literária, os Estudos Interartes, Estudos Culturais, Memória e Exílio, os Estudos Feministas e Estudos Queer.</p>ILCMLpt-PTILC Livros DigitaisMateriais para a Salvação do Mundo 13
https://ilclivrosdigitais.com/index.php/ilcld/catalog/book/78
<p>Neste volume, Daniel Rodrigues pensa a ideia de salvação como «um gesto de<em> inscrição no tempo</em> – na escala concreta do quotidiano», mostrando como a não-inscrição (José Gil) e a afasia (Georges Didi-Huberman), típicas da nossa contemporaneidade, podem ser lucidamente combatidas pelo discurso poético – de Gastão Cruz a Manuel Gusmão, e tantas outras vozes –; denunciando o mesmo contexto de um mundo tragicamente disperso e desatento, Joana Rêgo encontra na arte uma «salvação da sensibilidade», uma salvaguarda do olhar contemplativo, e a possibilidade de uma reinvenção pessoal do mundo, num ensaio que cruza o discurso verbal com uma retrospectiva da sua própria obra pictórica; e Ariana Sanches interroga <em>Os Lusíadas</em> como experiência plural de salvação (memorial enciclopédico da cultura quinhentista, instrução moral, intervenção política, num momento em que o mundo entra na sua «derradeira idade»), sem deixar de avaliar a ideologia – salvífica? colonial? capaz de uma relativização subtil? – da épica camoniana.</p>Pedro EirasDaniel RodriguesJoana RêgoAriana SanchesPedro Eiras
Direitos de Autor (c) 2026 Pedro Eiras; Daniel Rodrigues, Joana Rêgo, Ariana Sanches, Pedro Eiras
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
2026-04-292026-04-29Avrils au Portugal et 'ailleurs'
https://ilclivrosdigitais.com/index.php/ilcld/catalog/book/77
<p>Le cinquantenaire de la Révolution des OEillets est l’occasion de porter un regard non seulement rétrospectif ou nostalgique sur une époque précise de notre histoire portugaise récente, marquée par les luttes antifascistes, les utopies gauchistes et une décolonisation tardive, mais surtout de considérer les déclinaisons et les apories culturelles et sociopolitiques que cet événement majeur a engendrées et réverbérées ici et ailleurs (Léonard, 2023), et notamment sur les récits de migrants économiques et d’exilés politiques portugais d’alors ou ultérieurs (Muzart-Fonseca dos Santos, 2005).<br />Célébrée comme une révolution généreuse et non violente, comme mythe national, le 25 avril 1974 a vite conquis les esprits militants d’une Europe soixante-huitarde en réactivant les espoirs et la dynamique d’un imaginaire révolutionnaire dans un continent idéologiquement coincé. Il a également connu une réfraction littéraire et culturelle sous forme de représentations, de mises en fiction ou de documentaires de la part d’écrivains et intellectuels de tous bords qui l’ont pris comme acmé ou allégorie du changement, ce que la victoire de la gauche en 1981 en France allait laisser espérer.</p>Fátima OuteirinhoJosé Domingues de AlmeidaYves LéonardJoão da Costa DominguesAna Maria AlvesDavid Pinho BarrosFrançoise BacquelaineSimão ValenteFátima OuteirinhoJosé Domingues de Almeida
Direitos de Autor (c) 2026 Fátima Outeirinho, José Domingues de Almeida, Yves Léonard, João da Costa Domingues, Ana Maria Alves, David Pinho Barros, Françoise Bacquelaine, Simão Valente
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
2026-04-242026-04-24Materiais para a Salvação do Mundo 12
https://ilclivrosdigitais.com/index.php/ilcld/catalog/book/76
<p>Neste volume, Ana Cunha analisa três peças de teatro escritas e encenadas por Pedro Penim – <em>Pais e Filhos</em>, <em>Casa Portuguesa </em>e <em>A Farsa de Inês Pereira</em> – pensando a crise e a reinvenção da família, modelos de masculinidade, diálogos intergeracionais, a militância política hoje, apelando à «construção de comunidades afetivas e solidárias» junto de um público que, em rigor, «ainda não existe»; resistindo às implicações de uma «lógica repressiva» subjacente à palavra <em>salvação</em>, Mafalda Pereira encontra na poesia de Ana Luísa Amaral uma defesa do <em>queer</em> como exploração da diversidade e gesto de resistência, libertação de uma lógica identitária e experiência nos limites da linguagem, desafio do (in)dizível; por fim, Rita Costa interroga a categoria estética do «fofo» (o <em>cute</em> segundo Sianne Ngai), hipervalorizada no universo capitalista contemporâneo, e encontra na poesia de Isabel Galleymore, Elisabete Marques e Adília Lopes uma denúncia da hierarquia que leva o ser humano a salvar pandas, gatos, cãezinhos, mas não rinocerontes, sapos, baratas.</p>Pedro EirasAna CunhaMafalda PereiraRita Costa
Direitos de Autor (c) 2026 Pedro Eiras; Ana Cunha, Mafalda Pereira, Rita Costa
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
2026-02-132026-02-13Celebrar Camilo: convite às novas gerações
https://ilclivrosdigitais.com/index.php/ilcld/catalog/book/75
<p>O ano de 2025 trouxe com ele a comemoração do bicentenário de nascimento de Camilo Castelo Branco. Entenderam o Instituto de Literatura Comparada e a Casa dos Livros que esta seria uma oportunidade a não ignorar pelo que representava de possibilidades de (re)leitura de Camilo Castelo Branco, autor de uma obra fecunda e poliédrica, que no seu tempo, mas também ainda nos dias de hoje, não deixa indiferente quem dela se acerca. Na verdade, na génese dos estudos que esta publicação reúne esteve o gosto e o prazer na leitura da escrita camiliana e a vontade de partilhar e suscitar esse gosto e esse prazer junto de mais leitores – interlocutores que Camilo sempre valorizou. Não se tratou, então, de cumprir uma agenda comemorativa, mas houve como propósito reencontrar um autor, renovar leituras, suscitar experiências leitoras outras.</p>Maria de Fátima OuteirinhoMaria de Lurdes SampaioMário BarrocaIsabel Cristina MateusLuciene PavaneloSónia Valente Rodrigues
Direitos de Autor (c) 2026 Maria de Fátima Outeirinho, Maria de Lurdes Sampaio; Mário Barroca, Isabel Cristina Mateus, Luciene Pavanelo, Sónia Valente Rodrigues
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
2026-02-112026-02-11